ESPERO
Espero sempre por ti o dia inteiro,
Quando na praia sobe, de cinza e oiro,
O nevoeiro
E há em todas as coisas o agoiro
De uma fantástica vinda.
Sophia de Mello Breyner
Mata-me o mesmo sol que me dá vida ou "tomber amoureux". Voilà le banquet. Foto-anotações: uma por dia não sabe o bem que lhe fazia.
20.2.14
Comment est-il possible ne pas avoir dit son nom avant?
16.2.14
6.2.14
21.1.14
Lord: alma antiga
Alegria nos corações.
as maravilhosas horas de passeio silencioso
e a confiança dada só à mamã com quem fala naquele código só deles (porque se conhecem de outras vidas e das que ainda virão)
um carácter de gato, vigilante e de alma antiga
a aceitação cega da tua mão e ouvido mais sensível à voz feminina - que bom gosto
as primeiras horas da manhã e as do final do dia.
o prazer das laranjas a pedaços
o relincho de quem reconhece
a intransigência perante uma picadela de vespa
Um outro corpo inalterável do nosso amor
as maravilhosas horas de passeio silencioso
e a confiança dada só à mamã com quem fala naquele código só deles (porque se conhecem de outras vidas e das que ainda virão)
um carácter de gato, vigilante e de alma antiga
a aceitação cega da tua mão e ouvido mais sensível à voz feminina - que bom gosto
as primeiras horas da manhã e as do final do dia.
o prazer das laranjas a pedaços
o relincho de quem reconhece
a intransigência perante uma picadela de vespa
Um outro corpo inalterável do nosso amor
19.1.14
Seré lo que debiera. Tu pie. Tu mano.
(...)
Será ya como sea.
Tal vez me estalle el cuerpo todo
lo que he esperado
Me comerás entonces dulcemente
pedazo por pedazo.
Tal vez me estalle el cuerpo todo
lo que he esperado
Me comerás entonces dulcemente
pedazo por pedazo.
(...)
de Juan Gelman.
7.1.14
EveryMonth Limited Edition
Et voilà la réponse à l'invitation de Léa Habourdin!
Pour cette nouvelle année de 2014 Léa a décidé d'inviter des collaborateurs pour créer les EveryMonths. Pour ce Janvier j'ai reçu une photographie et j'ai construit l'édition, le mois prochain Léa répondra à la photo que je proposerai.
En vente sur son site, ici:
Pour cette nouvelle année de 2014 Léa a décidé d'inviter des collaborateurs pour créer les EveryMonths. Pour ce Janvier j'ai reçu une photographie et j'ai construit l'édition, le mois prochain Léa répondra à la photo que je proposerai.
En vente sur son site, ici:
EveryMonth is a self-edited
project available only by post. You can subscribe for 3, 6 or 12 months
by following the paypal link bellow. Each issue is sold 4.50€ postage
fees included for Europe.
EveryMonth est un projet auto-édité disponible
uniquement par voie postale. Vous pouvez vous y abonner pour des
périodes de 3, 6 ou 12 mois en cliquant sur le bouton paypal ci-dessous.
Chaque numéro est au prix de 4.50€ frais postaux inclus pour l'Europe.
31.12.13
23.12.13
desde uma dôr de cansaço último eu vi duas coisas nestes dias
à partir d'une douleur de fatigue ultime j'ai vu deux choses ces jours-ci:
L'Adèle de Abdellatif Kechiche
et
Remember what l'm telling you: whatever you do don't sell your you. cause if you do. you' II lose your you. The Black Rider
e ainda choro
avec un coeur-larme.
15.12.13
13.12.13
11.12.13
não é todo
Ácidos e óxidos
(...)
E o orgulho é a nossa verdadeira casa
Nesta altura do ano quando o vento sopra
sobre os nossos dias, sabes quem gostava de ser?
Não, cargos ou honras, não. Um simples gato ao sol,
talvez uma maneira ou um sentido para as coisas
Ó dias encobertos de verão no meu país perdido
mais certos do que o sol consumido nos charcos no inverno,
estas ou outras formas de morrermos dia a dia
como quem cumpre escrupulosamente o seu dia de trabalho
Não eras tu, nem isto, nem aqui. Mas está bem,
estou pelos ajustes porque sei que não há mais
Pode ser que me engane, pode ser que seja eu
e no entanto estou de pé, rebolo-me no sol,
sou filho desta terra e vou fazendo anos
pois não se pode estar sem fazer nada
(...)
Ruy Belo
30.11.13
5.11.13
27.10.13
Mesa de trabalho - suite des collections privées
Une autre collection privée ou des gestes humains
Prancha de trabalho, que aparece no seguimento da série Te souviens-tu? ou Lembras-te?
Gestos humanos
13.10.13
Croire que ta nature
Croire que ta nature est
que je suis encore verticale
Crer que a tua natureza é
que eu ainda sou vertical
que je suis encore verticale
Crer que a tua natureza é
que eu ainda sou vertical
8.10.13
6.10.13
das coisas que competem aos meus olhos ao meu coração
Je pense toujours que quand on fume, ou tu fumes, notre fumée, ta fumée, ira rejoindre le nuage de fumée sortie des bouches de tous qu'on aime.
29.9.13
22.9.13
(y el cerro por donde subo no se acaba - J.Rulfo)
J'adore quand ils disent:
borrón y cuenta nueva
perder las papeles
marear la perdiz
tirar la casa por la ventana
12.9.13
en vrac
Ce sont beaucoup d'heures à penser. Ou uniquement une pensée que persiste et que suit. Peut-être ce n'est pas possible (la résistance de l'amour fou).
Bien sûr qu'il y aura des rencontres mais je ne suis pas certaine que ce soit possible de vivre avec un être aimé jouant à dompter la détermination.
La détermination, encore plus venant d'une femme éloigne les autres.
Mme Woolf:
“So long as you write what you wish to write, that is all that matters; and whether it matters for ages or only for hours, nobody can say. But to sacrifice a hair of the head of your vision, a shade of its colour, in deference to some Headmaster with a silver pot in his hand or to some professor with a measuring-rod up his sleeve, is the most abject treachery, and the sacrifice of wealth and chastity which used to be said to be the greatest of human disasters, a mere flea-bite in comparison.”
― Virginia Woolf, A Room of One's Own
Bien sûr qu'il y aura des rencontres mais je ne suis pas certaine que ce soit possible de vivre avec un être aimé jouant à dompter la détermination.
La détermination, encore plus venant d'une femme éloigne les autres.
Mme Woolf:
“So long as you write what you wish to write, that is all that matters; and whether it matters for ages or only for hours, nobody can say. But to sacrifice a hair of the head of your vision, a shade of its colour, in deference to some Headmaster with a silver pot in his hand or to some professor with a measuring-rod up his sleeve, is the most abject treachery, and the sacrifice of wealth and chastity which used to be said to be the greatest of human disasters, a mere flea-bite in comparison.”
― Virginia Woolf, A Room of One's Own
10.9.13
8.9.13
3 jours: deviner, sans toucher, la douceur d'une peau bronzée
3 dias
o perfume das raparigas nos fins de tarde do fim do Verão.
e adivinhar a doçura de uma pele bronzeada sem tocar.
j'ai pas fini
e isto (d'Eva):
o perfume das raparigas nos fins de tarde do fim do Verão.
e adivinhar a doçura de uma pele bronzeada sem tocar.
j'ai pas fini
e isto (d'Eva):
1.9.13
25.8.13
10.8.13
28.7.13
7.7.13
30.6.13
I have measured out my life with coffee spoons.
“For I have known them all already, known them all—
Have known the evenings, mornings, afternoons,
I have measured out my life with coffee spoons.”
T.S.Elito, The love Song of J.Alfred Prufock
21.6.13
12.6.13
8.6.13
Estar contra.
Fiquei em Ontem.
Brincos de cereja.
Cansaço em dois copos de vinho.
E a metamorfose numa esquina.
28.5.13
7.5.13
A imagem é neste momento a sua própria condição
A fotografia que eu
fiz mas que ainda não vi. A imagem é o caminho até ela.
Falando daquelas que
fiz, posso explicar o que elas são agora. Estão enroladas dentro da bobina. Na bolsa
que protege contra os raios X (que uso normalmente quando viajo de avião).
Ultimamente nem a utilizo tanto, os filmes viajam na mala.
Esta bolsa protecção
está no armário do quarto na prateleira de baixo, ao lado dos sapatos de salto
alto (que espero pela ocasião, ou a coragem, para serem calçados).Há várias bobinas, e como não as identifiquei a fim de distingui-las, não te poderia dizer onde está aquela imagem ou aquela outra. Posso sim, está na bolsa anti-raios X, na última prateleira, a contar de baixo, do armário do quarto.
A imagem é neste momento a sua própria condição.
22.4.13
29.3.13
14.3.13
Ouvrir la porte - mes quelques collections privés
Berlin
Abrir a porta - algumas colecções privadas
I let you in. - private collections
É banal e ao mesmo tempo penso na angústia do The Birds, do Alfredo Hitchcock
Sempre atenta ao céu por varias razões: uma delas esta.
1.3.13
20.2.13
9.2.13
4.2.13
TU, yo y Alf
the way back from Barcelona and Évora.
Ver amigos/família e a família.
Sunny days, dias de sol e eu só penso: porquê sofrer? Porquê viver na certeza implacável do branco (cujo só belo é fazer-nos ir devagar), quando há lugares tão maravilhosos cheios de luz quente?
Sunny days, qnd my only thought: why to live in the ruthless white (whose only beauty is to make us going slowly) when there are such wonderful places full of warm light?
11.1.13
24.12.12
16.12.12
11.12.12
7.12.12
5.11.12
19.10.12
16.10.12
14.10.12
29.9.12
28.9.12
25.9.12
O suave combate dos perfumes das raparigas novas a caminho do trabalho.
As caras de derrota da sexta-feira de manhã à espera da vitória desta tarde.
O estremecimento que produz um olhar masculino.
As tatuagens das mãos que trepam pelos braços, roupa dentro.
O semicerrar de olhos do gato para te atravessar melhor, duas linhas afiadas.
23.9.12
16.9.12
a bridge against the blues//un pont contre le blues
coisas bonitas do fim-de-semana
belly button
the portfolio in "Le journal de la Photographie"
Love is not blind
a canção de feliz aniversário em Polaco
as mensagens trocadas
a tua voz de manhã
11.9.12
Subscribe to:
Posts (Atom)














































